Balaio Virtual


Programa bloqueia conteúdo impróprio e destaca material infantil.Ícones na tela são maiores que os tradicionais, facilitando navegação

John LeSieur trabalha com software e achou curioso o fato de os computadores parecerem inúteis para seu neto de seis anos, Zackary. O garoto tem autismo e tudo o que era apresentado pelo PC o confundia a ponto de ele jogar o mouse, como sinal de frustração. LeSieur tentou encontrar ferramentas na internet que pudessem guiar seu neto pela web, mas não achou nada satisfatório. Foi então que ele decidiu criar um navegador, chamado Zac Browser For Autistic Children, em homenagem a Zackary. A ferramenta está disponível gratuitamente aqui. O navegador simplifica a experiência de usar um computador. Ele bloqueia conteúdo violento, pornográfico ou inadequado para crianças, enquanto dá ênfase a games educacionais, vídeos, música e imagens de entretenimento (como um aquário), disponíveis em páginas de conteúdo gratuito. A idéia é reduzir o controle de crianças como Zackary, que se confundem quando encontram muitas escolhas. O browser também desabilita itens “desnecessários” do teclado, como “Print Screen”, e inutiliza o botão direito do mouse. Isso elimina comandos que as crianças geralmente não precisam e também reduz as chances de criar insegurança entre os autistas. Os usuários do Zac Browser selecionam atividades usando ícones maiores que os tradicionais. O programa também é configurado para que não exiba anúncios ou outras imagens que possam distrair o usuário. “Tentamos evitar sites complicados ou agressivos, porque o importante na navegação é a auto-estima. Se a situação não estiver sob controle, esses internautas ficam facilmente frustrados”, diz LeSieur. Geralmente o autismo afeta a habilidade de comunicação das pessoas e Zackary não fala muito. Mas sua mãe, Emmanuelle Villeneuve, disse que o filho navega sozinho usando o browser especial. Ele ouve música e monta quebra-cabeças — atividades que ele já gostava no universo off-line, mas que não conseguia realizar on-line. Além disso, enquanto o garoto tem reações negativas contra a TV, ele não se manifesta da mesma maneira em relação ao computador.

Fonte : G1

Brasil, que é o país com maior número de usuários do Orkut no mundo, é o último a receber a plataforma aberta de aplicativos.

O OpenSocial vai estar disponível para os usuários brasileiros em junho, revelou Patrick Chanedon, durante o evento Google I/0, na quarta-feira. No evento, 12 empresas que adotaram ou estão adotando o OpenSocial estiveram presentes.

Patrick Chanedon, evangelizador da plataforma no mundo, divulgou também essa informação em seu blog. Até o momento, cerca 50% dos usuários do Orkut já tem acesso a plataforma de aplicativos OpenSocial.

Os brasileiros correspondem à metade (53,85%) dos usuários que ainda não conseguem visualizar os aplicativos criados com a plataforma.

Caso o usuário queira ver o ‘novo Orkut’, basta trocar o nome do país de origem ‘Brasil’ para qualquer outro da lista. Dessa forma, é possível incluir aplicativos no perfil e visualizar os disponíveis.

A assessoria do Google confirma que a empresa possui expectativa de lançar o OpenSocial no Brasil ainda este semestre, com chances de ser em junho, como citou Chanedon.

>Veja como o Orkut ficará com as aplicações

Fonte: IDG Now

Campanha está relacionada ao lançamento do Firefox 3, em junho.
Internautas podem ser lembrados sobre o ‘dia do download’ via e-mail.

A Mozilla Foundation, desenvolvedora do navegador Firefox, lançou uma campanha que convoca seus usuários a quebrarem um recorde: o de fazer o maior número de downloads no período de 24 horas, logo após o lançamento oficial da terceira versão do programa. Liberado no final de 2004, esse browser é hoje o principal concorrente do Internet Explorer, da Microsoft.

“É fácil participar. Ninguém está pedindo que você engula uma espada ou equilibre 30 colheres em seu rosto, apesar de isso ser incrível”, diz o site oficial da campanha que pretende levar o recorde para o livro ‘Guinness’. Tudo o que os participantes precisam fazer é baixar o Firefox 3 quando ele estiver disponível no ‘Download Day’ (dia do download), previsto para junho.

Se você não confia na memória, pode se inscrever aqui, pedindo para receber um e-mail no dia do lançamento oficial. Cerca de 100 mil usuários já fizeram a solicitação, sendo que cerca de 2,8 mil desses internautas estão no Brasil.

O blog que divulgou a campanha também sugere outras maneiras de ajudar a quebrar o recorde: “espalhe a notícia para os amigos, para os vizinhos e para a sua avó” é uma das sugestões. “Com sua ajuda, a comunidade Firefox vai entrar para a história”, continua.

Na última década, Mountain View se tornou uma das principais cidades do famoso Vale do Silício, na Califórnia. Aqui fica o Googleplex: o conjunto de prédios foi montado pra reproduzir o ambiente de uma universidade. Mas é o quartel-general de uma empresa-símbolo do século 21.
E nesse campus, mais do que nunca, os engenheiros do Google andam com a cabeça bem acima das montanhas. Eles agora vivem nas nuvens. Decididos a nos levar com eles. O chamado ‘cloud computing’, ou ‘computação nas nuvens’, é um conceito. é o futuro. Na sua casa, só um teclado, um mouse e um monitor – ou qualquer aparelho parecido. O PC será apenas um chip ligado à internet, a “grande nuvem” de computadores.
As fotos da família, os vídeos, a planilha com as contas da empresa, os textos… Virtualmente, tudo pairando sobre nós. Você acessa seus dados de qualquer computador, em qualquer lugar. E mais do que isso: os programas também ficam nas nuvens. Você recebe em sua tela o processador de textos, o editor de fotografias, enfim, o software que bem entender.
Computadores baratosSe tudo acontecer como imaginam os engenheiros do Google e de outras empresas que apostam na computação nas nuvens, num futuro próximo os computadores poderão ser muito mais baratos e usarão programas oferecidos quase sempre de graça, pela internet. Seria a definitiva inclusão das camadas mais pobres da população no mundo digital.
“Eu diria que o computador do futuro é a internet”, afirma Eric Schmidt, atual presidente do Google. “Hoje, se você tem um problema no computador, está tudo perdido, é terrível. Mas, com a computação nas nuvens, não importa se você usa o celular, o computador ou qualquer outro aparelho, tudo estará guardado na internet.”
Com a informação na internet, os computadores vão precisar de menos capacidade, podem ser reduzidos a uma configuração mínima e tendem a ficar muito mais baratos.”A computação nas nuvens é a maneira mais simples e barata de se ter acesso à internet. Pessoas com pouco dinheiro hoje não têm acesso a computadores. E nós poderemos oferecer esse acesso”, diz Schmidt. Quem ouve, até pensa que o executivo está fazendo filantropia. Mas, não se engane, ele está sempre falando de negócios. De olho em competidores gigantes, como a Microsoft.
Se Schmidt e os engenheiros do Google estiverem certos sobre o futuro dos computadores, empresas mais tradicionais vão enfrentar dificuldades. Por isso a Microsoft tentou tanto comprar o portal Yahoo. Seria um jeito de trazer pro lado deles gente talentosa e produtos que já deram certo na internet, uma área em que a empresa de Bill Gates não teve o sucesso esperado.
Concorrência com MicrosoftA guerra pelo futuro da computação ainda vai ter muitos rounds e, certamente, poucos vencedores. Schmidt, no entanto, diz que não vê no fundador da Microsoft um rival. “Não, eu não tenho pesadelo com Bill Gates. Eles é que estão lutando contra nós”, diz o presidente do Google. “Tentamos não brigar com a Microsoft porque, se você olhar pra história, as empresas que brigaram com eles acabam se dando mal justamente por terem gasto energia pra enfrentar a Microsoft.”
Segundo Schmidt, também não faz parte dos planos do Google abocanhar o Yahoo. “Preferimos comprar pequenas idéias e integrá-las ao Google.” A última grande aquisição custou o equivalente a R$ 5 bilhões. Foi o site Doubleclick, pra ampliar as vendas de publicidade, o que, por enquanto, é a maior fonte de renda do Google.
Mas o sonho de quem inventou a ferramenta de busca mais poderosa da internet é continuar sendo o berço das inovações. Por isso, os funcionários dedicam 20% do tempo de trabalho pra projetos pessoais. Isso mesmo: a empresa paga pra eles inventarem o que bem entenderem. Foi assim que nasceram, por exemplo o Gmail e o Orkut.
O padeiro do GoogleMas a pergunta agora é por quanto tempo as coisas vão continuar desse jeito. Será que o passado ajuda a responder? Conheça Craig Silverstein: quando a empresa era pequena, ele era conhecido como Craig, o padeiro. Duas vezes ao dia, na cozinha do escritório, trocava o computador pela farinha. “Eu preparo o pão e saio oferecendo aos colegas”, dizia Craig.
Em outubro de 2000, Craig Silverstein era o diretor de tecnologia de uma empresa com apenas duzentos funcionários. Um jovem sonhador, de classe média, em seu primeiro emprego.
Oito anos depois, Craig, de barba e com muito menos cabelo, é um discreto milionário no bandejão da empresa. Ele conheceu o sabor da fortuna quando o Google fez sua primeira oferta de ações, em 2004. O diretor deixou de ser o padeiro das horas vagas, mas não mudou o jeito de engenheiro sonhador. “O que é importante para mim é a tecnologia, as idéias. Encorajamos as pessoas a continuar fazendo coisas novas aqui dentro”, afirma.
Assim os engenheiros que vivem ao pé das montanhas do Vale do Silício, com as mãos no teclado e a cabeça nas nuvens, se mantêm no limite da inovação tecnológica. E, mesmo quando trocam os computadores pela bicicleta ou pela a descontraída sinuca, jamais esquecem que a missão de todos aqui é inventar o futuro.

Fonte: Jornal da Globo

REDMOND, Washington (Reuters) – A Microsoft afirmou nesta quarta-feira que lançou um novo serviço de busca de “cashback” que paga aos usuários um desconto por comprarem produtos que eles encontram por meio de seu mecanismo de busca online Windows Search.
O desconto do Live Search é a última tentativa de maior criadora mundial de software de atrair usuários para seu sistema de busca, que ocupa um distante terceiro lugar atrás do Google e do Yahoo .
Quando um usuário do Windoes Live procura um produto, ele irá obter links para varejistas online que oferecem aquele produto com desconto. Se o usuário então comprar aquele item do site do varejista, o desconto será ajustado pela Microsoft.
A Microsoft vê as buscas online como componente crucial para se estabelecer como uma potência do segmento de propagandas na Internet. O Google se tornou o líder desse segmento colocando anúncios baseados nos resultados das buscas de textos feitos em seu mecanismo de pesquisa.
(Reportagem de Bruce Rutledge)

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