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Colaboração de Elvis Clever Campos Machado da SKY Brasil

No mundo corporativo, há algo vagamente conhecido

como “processo decisório”, que são aqueles insondáveis

critérios adotados pela alta direção da empresa

para chegar a decisões que o funcionário não consegue

entender. Tudo começa com a própria origem da palavra

“decisão”, que se formou a partir do verbo latino caedere

(cortar). Dependendo do prefixo que se utiliza, a palavra

assume um significado diferente: “incisão” é cortar para

dentro, “rescisão” é cortar de novo, “concisão” é o que já

foi cortado, e assim por diante. E dis caedere, de onde

veio “decisão”, significa “cortar fora”. Decidir é, portanto,

extirpar de uma situação tudo o que está atrapalhando e

ficar só com o que interessa.

E, por falar em cortar, todo mundo já deve ter

ouvido a célebre história do não menos célebre rei

Salomão, mas permitam-me recontá-la, transportando

os acontecimentos para uma empresa moderna. Então,

está um dia o rei Salomão em seu palácio, quando duas

mulheres são introduzidas na sala do trono. Aos berros

e puxões de cabelo, as duas disputam a maternidade

de uma criança recém-nascida. Ambas possuem

argumentos sólidos: testemunhos da gravidez recente,

depoimentos das parteiras, certidões de nascimento.

Mas, obviamente, uma das duas está mentindo: havia

perdido o seu bebê e, para compensar a dor, surrupiara

o filho da outra. Como os testes de DNA só seriam

inventados dali a milênios, nenhuma das autoridades

imperiais consultadas pelas litigantes havia conseguido

dar uma solução satisfatória ao impasse.

Então Salomão, em sua sabedoria, chama um

guarda, manda-o cortar a criança ao meio e dar metade

para cada uma das reclamantes. Diante da catástrofe

iminente, a verdadeira mãe suplica: “Não! Se for assim, ó

meu Senhor, dê a criança inteira e viva à outra!”, enquanto

a falsa mãe faz aquela cara de “tudo bem, corta aí”. Pronto.

Salomão manda entregar o bebê à mãe em pânico, e a

história se encerra com essa salomônica demonstração

de conhecimento da natureza humana.

Mas isso aconteceu antigamente. Se fosse hoje,

com certeza as duas mulheres optariam pela primeira

alternativa (porque ambas teriam feito um curso de Tomada

de Decisões). Aí é que entram os processos decisórios

dos salomões corporativos. Um gerente salomão

perguntaria à mãe putativa A: “Se eu lhe der esse menino,

ó mulher, o que dele esperas no futuro?” E ela diria:

“Quero que ele cresça com liberdade, que aprenda a cantar

com os pássaros e que possa viver 100 anos de felicidade”.

E a mesma pergunta seria feita à mãe putativa B, que de

pronto responderia: “Que o menino cresça forte e obediente

e que possa um dia, por Vossa glória e pela glória

de Vosso reino, morrer no campo de batalha”. Então, sem

piscar, o gerente salomão ordenaria que o bebê fosse

entregue à mãe putativa B.

Por quê? Porque na salomônica lógica das

empresas, a decisão dificilmente favorece o funcionário

que tem o argumento mais racional, mais sensato, mais

justo ou mais humano. A balança sempre pende para os

putativos que trazem mais benefício para o sistema.

GEHRINGER, Max. Revista Você S/A, jan. 2002.

Por: Claudia Rondon

SÃO PAULO – Quem navega no Speedy sem contratar um provedor à parte, terá que pagar uma taxa extra de R$ 8,70.

Tradicionalmente, o serviço de banda larga da Telefônica, o Speedy, exige que o usuário contrate também um provedor de acesso. Assim, além do custo do Speedy, o usuário pagava uma taxa para um provedor de acesso liberar o login no serviço.

Em agosto de 2007, no entanto, uma decisão da Justiça (3ª Vara Federal de Bauru), mudou esta prática. A Telefônica foi proibida de exigir a contratação de um provedor. Para atender à Justiça, qualquer assinante Speedy podia fazer login usando a autorização genérica “internet@speedy.com.br” e senha ‘internet’.

A Telefônica vem dizendo, desde a época da decisão, no entanto, que cobraria pelo serviço. Agora, a empresa iniciou a cobrança da taxa de R$ 8,70 dos assinantes do Speedy que usam o login genérico.

Segundo a Telefónica, a empresa tem autorização legal para efetuar a cobrança do “serviço de conectividade” há alguns meses, mas optou por só iniciar a taxação agora para ter tempo de avisar todos seus assinantes.

Outros serviços de banda larga, como o Vírtua, da NET, permitem que o usuário faça login sem pagar taxa adicional ou contratar um provedor de acesso.

Fonte: Info Online


Pessoal, o Andre Paschoalini da SKY Brasil, mandou uma sugestão bem bacana para quem curte musica da década de 80, é o site www.trash80s.com.br, a trilha sonora vai desde o brega até sucessos do cinema, passando por POP, Trilhas de Novelas, New Wave entre outras.
O player imita um rádio gravador que na época fazia muito sucesso, como os MP3 de hoje.
vale conferir.


A malha de satélites de telecomunicações orbitando em torno da Terra tende a se densificar consideravelmente a médio prazo, com o aumento previsto da participação européia nos lançamentos de vôos espaciais, tanto de carga quanto de navegação, exploração e pesquisa.

O lançamento de novos satélites empregando tecnologia de ponta contribuirá para melhorar a cobertura mundial de circuitos de voz e dados, mas um sério desafio está pela frente: o congestionamento da órbita terrestre, repleta de satélites ativos e detritos de missões antigas.

De 27 de maio a 1º de junho vai acontecer no aeroporto internacional de Schönefeld, em Brandenburgo, ao sul de Berlim, o evento ILA2008 – Internationale Luft- und Raumfahrtausstellung, no original em alemão (http://www.ila-berlin.com), uma exibição aeroespacial internacional com mais de 1.000 expositores vindos de 40 paises. No pavilhão espacial do evento, estarão presentes diversas empresas de pesquisa espacial, incluindo a ESA , agência espacial européia (http://www.esa.int), que apresentará os programas alemão e europeu de exploração astronáutica que, ao mesmo tempo que proporcionarão grandes e óbvios avanços tecnológicos, agravarão ainda mais a poluição orbitante.

Em 1964, o primeiro satélite de TV foi lançado numa órbita geoestacionária para transmitir os XVIII Jogos Olímpicos de Tóquio. Mais tarde, o número de lançamentos russos começou a cair, enquanto outros países estabeleceram seus programas espaciais. Com isso, o número de objetos em órbita terrestre vem aumentando sem parar, com uma média atual de 200 novos lançamentos por ano.

O lançamento do primeiro satélite artificial pela então União Soviética, em 1957, determinou o início da utilização do espaço pela ciência e por atividades comerciais. Durante a Guerra Fria, o espaço era território de contenda entre a URSS e os Estados Unidos, embate que atingiu seu clímax com a corrida espacial rumo à Lua, nos anos 60.

Cerca de 80% de todos os itens orbitantes catalogados ocupam a chamada órbita terrestre baixa (LEO = Low Earth Orbit), que se estende a 2.000 km acima da superfície do planeta e inclui cerca de 3.500 objetos maiores que 10 cm, alguns deles viajando a velocidades de até 28.000 km/h. Para poder observar a Terra, satélites artificiais precisam estar a tal “baixa” altitude. As outras órbitas, também classificadas segundo a altitude, são a órbita terrestre média (MEO = Medium Earth Orbit), entre 2.000 e 35.786 km de altitude, e a órbita terrestre alta (HEO = High Earth Orbit), mais elevada que a anterior.

O observatório da ESA no Monte Teide, na Ilha de Tenerife, arquipélago das Canárias, possui equipamentos especiais dedicados à busca, acompanhamento, identificação e catalogação desse aspecto menos glorioso da exploração espacial — o lixo cósmico. Estes aparatos podem detectar objetos tão pequenos quanto detritos de 10 cm e atuam em conjunto com poderosos radares, como o da instalação do FGAN (Forschungsgesellschaft für Angewandte Naturwissenschaften – http://www.fgan.de ), com sua antena de 34 m em Wachtberg, perto de Bonn, na Alemanha. Estima-se que mais de um milhão de itens artificiais maiores que 1 cm estejam à deriva em órbita terrestre.

Fonte: O Globo

Tudo começou com um xarope de cor castanha, relativamente inócuo, vendido apenas nas farmácias.
Coca-Cola, o refrigerante mais célebre de todos os tempos. As razões desse sucesso não foram certamente as propriedades miraculosas do xarope, que depressa deixou as prateleiras das farmácias, mas sim diversas campanhas de marketing extremamente bem feitas, acompanhadas de alguns golpes de sorte. Um deles foi a feliz associação à imagem do Pai Natal (Papai Noel); o outro foi design genial da sua garrafa.

Enquanto o negócio do xarope não se expandiu utilizavam-se garrafas convencionais, lisas, com uma rolha e um rótulo de papel que identificava o produto. Com a transformação numa bebida gaseificada surgiu o problema de a conservar sem perder o gás e a solução encontrada foi uma tampa metálica revestida de borracha com um original sistema de vedação, o sistema Hutchinson. Mas este processo de vedação não durou muito, pois não tardou a generalizar-se a carica metálica e o gargalo em forma de coroa.

A empresa passou então a utilizar este tipo de recipientes, na altura inovador, mas ainda produzido de uma forma artesanal. Cada garrafa era feita à mão, soprada por um operário vidreiro e, por esse motivo, não havia duas rigorosamente iguais. Mesmo assim, já ostentavam o logo da marca gravado no vidro, na carica ou apenas no rótulo. O grande salto ocorreu em 1915 com o lançamento de um concurso público de design para uma garrafa exclusiva. A partir daqui a história é conhecida e, com a introdução de pequenas variações e ajustes, o famoso recipiente atravessou todo o século XX até aos dias de hoje mantendo a sua forma original promovida ao estatuto de ícone. Um bom tema de reflexão: é mais importante a forma ou o conteúdo?
Fontwe: Óbvius

A Companhia do Metrô de São Paulo, começa a operar de forma assistida com sinal de telefonia móvel, amanhã (dia 30/05/2008), em algumas estações da Linha 2-Verde. As pioneiras a oferecer esse novo serviço são: Paraíso, Chácara Klabin, Imigrantes (trecho de túnel) e Alto do Ipiranga.A estação Ana Rosa, intermediária entre Paraíso e Chácara Klabin, possibilitará o uso de celulares a partir do próximo dia 19 de junho. A implantação das antenas em túneis e estações será gradativa.

O Metrô espera concluir a instalação nas Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás no segundo semestre.Atualmente, os usuários podem falar ao celular em 28,5 quilômetros do Metrô, que possuem vias e estações em superfície ou são elevadas. O objetivo é estender esse benefício a toda a malha metroviária.As empresas de telefonia terão infra-estrutura única e dividirão o espaço para a instalação dos equipamentos.

Quatro operadoras vão explorar o serviço dentro do metrô: Claro, Tim, Vivo e Nextel. O contrato firmado entre as empresas e o Metrô corresponde a um período de 10 anos, que poderá ser renovado após avaliação da Companhia.

O valor pago por operadora/mês, pelo uso do espaço, será de R$ 76,4 mil, no primeiro ano. Para o segundo ano o valor será de R$ 83,4 mil no terceiro, R$ 86,6 mil no quarto ano, R$ 93,3 mil e, a partir do quinto ano, R$ 97,3 mil, valores que deverão ser corrigidos pelo IPC-FIPE. Essa arrecadação será incorporada à receita não-tarifária da Companhia, composta de valores obtidos com a locação de espaços, publicidade em trens e estações, participação no faturamento de shoppings e locação dos terminais rodoviários.

A previsão é que o Metrô receba, neste ano, R$ 84,7 milhões com sua receita não-tarifária. Em 2007, já foi registrado aumento na arrecadação, que fechou com ganhos de R$ 78,4 milhões, resultado 39,34% superior ao de 2006. Os recursos obtidos com a receita não-tarifária são destinados a melhorias no sistema

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